<em>Prosegur</em>: a luta continua!
Os 18 trabalhadores da secção de transporte de valores de Torres Novas ameaçados ilegalmente de despedimento colectivo voltaram a concentrar-se numa vigília à porta da sede da empresa no dia 17, para exigir a sua reintegração. A partir daquela data, deram ainda início a mais três dias de greve para exigir justiça.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores de Actividades Diversas, STAD, os trabalhadores foram despedidos por não terem aceite uma redução do seu salário acrescida de alterações aos horários no sentido de fazer com que as horas extraordinárias aos fins-de-semana passassem a contar como horas normais de trabalho. A consequência é uma redução real do salário em cerca de 25 por cento, além da obrigatoriedade de passarem a trabalhar aos fins-de-semana, como se de dias úteis se tratassem.
Em Torres Novas, os trabalhadores uniram-se, não aceitaram a decisão patronal ilegal
até à luz do actual Código do Trabalho e avançaram para a luta. A administração da Prosegur decidiu então encerrar aquela filial em Torres Novas, num acto considerado de «terrorismo social» pelo sindicato.
A vigília culminou com a deposição de centenas de velas acesas frente à sede da empresa, num alerta para mais um «crime social».
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores de Actividades Diversas, STAD, os trabalhadores foram despedidos por não terem aceite uma redução do seu salário acrescida de alterações aos horários no sentido de fazer com que as horas extraordinárias aos fins-de-semana passassem a contar como horas normais de trabalho. A consequência é uma redução real do salário em cerca de 25 por cento, além da obrigatoriedade de passarem a trabalhar aos fins-de-semana, como se de dias úteis se tratassem.
Em Torres Novas, os trabalhadores uniram-se, não aceitaram a decisão patronal ilegal
até à luz do actual Código do Trabalho e avançaram para a luta. A administração da Prosegur decidiu então encerrar aquela filial em Torres Novas, num acto considerado de «terrorismo social» pelo sindicato.
A vigília culminou com a deposição de centenas de velas acesas frente à sede da empresa, num alerta para mais um «crime social».